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(29/03) É hora de investir no sol
É fato que não há vida moderna sem energia elétrica, e creio que seja ponto pacífico que daqui pra diante sejamos cada vez mais dependente dela. Com a possibilidade de pessoas físicas e jurídicas terem as suas próprias usinas geradoras, ainda mais a partir de uma fonte limpa e renovável como o sol, não soa razoável que continuemos reféns de concessionárias que cobram contas altas e frequentemente reajustadas.

O Brasil vem caminhando a passos largos neste sentido. De acordo com a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o país ultrapassou 14 Gigawatts de potência operacional fotovoltaica, superando a hidrelétrica Itaipu. A marca considera a capacidade de usinas de grande porte instaladas no país e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados e pequenos terrenos. Isso nos coloca na lista dos 15 maiores países em geração fotovoltaica.

Mas, as passadas precisam ser ainda mais apressadas neste ano. Isso porque o projeto de lei 5.829 de 2019, sancionado no início de 2022 na Lei 14.300/22, e que institui o Marco Legal da Microgeração e Minigeração Distribuída, institui que quem garantir a instalação de energia solar até 6 de janeiro de 2023 será isento de encargos até 2045.

De forma geral, um consumidor costuma pagar pela energia consumida, pelo custo da transmissão e pelos investimentos que uma distribuidora faz para montar a rede de distribuição. Atualmente, quem já faz a própria geração de energia não paga tarifas pelo custo de distribuição. O projeto mantém esse benefício por mais 23 anos. Portanto, o melhor momento para investir em energia fotovoltaica é exatamente agora.

Dessa forma, a expectativa do setor é de forte crescimento neste ano, haja vista o marco legal e a possibilidade (quase sempre certa) de aumento na conta de energia elétrica. Isso, sem falar em todas as outras vantagens proporcionadas por um sistema fotovoltaico, e que são muito significativas, como redução de até 95% da conta de luz, retorno do investimento em até cinco anos, valorização do imóvel, possibilidade de acúmulo do excedente gerado ou compartilhamento de crédito com o mesmo CFP ou CNPJ etc.

Assim, acredito que fique fácil de entender que a instalação de um sistema fotovoltaico é investimento e não custo, para utilizar um lugar comum hoje em dia no mercado econômico. São diversas as opções de fornecedores de equipamentos, desenvolvimento de projetos, instalação e de bancos para financiamentos. Por tudo o que foi aqui exposto, trata-se de um investimento extremamente vantajoso, ainda mais se for feito neste ano.

*Francis Polo é empresário do setor de energias renováveis

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