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(26/03) Otimismo em tempos de pandemia
Analistas de mercado afirmam que 2020 será definitivamente o ano da energia solar no Brasil. E as projeções não mudam, mesmo com a terrível pandemia do novo coronavírus que vem assustando e matando pessoas ao redor do mundo, inclusive no nosso país.

Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), principal entidade do setor, o segmento deve gerar mais de 120 mil novos empregos no Brasil, acumulando mais de 250 mil postos de trabalho até dezembro, concentrados entre cerca de 15 mil empresas da cadeia produtiva fotovoltaica.

O investimento de consumidores residenciais em energia solar também deve ultrapassar a marca dos R$ 5 bilhões no país, aponta a Absolar. Segundo os dados, os domicílios respondem por 38,9% dos cerca de 2,3 gigawatts de potência instalada em operação nos telhados e fachadas. A fonte solar fotovoltaica representa atualmente 99,8% de todas as conexões de geração distribuída (aquela que é gerada próxima ou no local de consumo    ) no Brasil e possui cerca de 200 mil sistemas instalados, espalhados em mais de 79,9% dos municípios. O levantamento da associação mostra também que já são cerca de R$ 11, 9 bilhões em investimentos acumulados desde 2012.

No caso específico da geração distribuída, os cidadãos e empresários têm apostado de forma significativa na tecnologia fotovoltaica, no sentido de ganhar competitividade e aliviar os orçamentos das famílias. Os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 72,60%, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (17,99%), consumidores rurais (6,52%), indústrias (2,68%), poder público (0,43%) e outros tipos, como serviços públicos (0,04%) e iluminação pública (0,01%).

Ao analisar esses números, fica evidente que a energia solar é estratégica para o país, tanto em termos econômicos, quanto sociais e ambientais. A fotovoltaica é a fonte renovável mais competitiva e democrática no Brasil, sendo uma forte locomotiva para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios sistêmicos para todos os consumidores brasileiros. 

Em tempos nos quais se fala e se espera por uma recessão, a luz no fim do túnel pode ser a do sol.

*Francis Polo é empresário do setor de energia solar em Araçatuba

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